Criminalização, Teoria do Etiquetamento e Racismo Institucional na Polícia: Autorrealização de uma amarga profecia

Authors

  • Felipe Augsto Fonseca Vianna

Keywords:

Criminalização, Teoria do Etiquetamento, Racismo Institucional, Racial Profiling, Abordagem policial

Abstract

Este artigo trata do processo de criminalização, da teoria criminológica do etiquetamento e do racismo institucionalizado nas polícias estadunidense e brasileira. Nessa linha, problematiza-se o tema com a seguinte indagação: os processos de criminalização primária e secundária, bem como a teoria do etiquetamento, favorecem e explicam a formação de racismo institucionalizado nas corporações policiais? Após realizar uma análise preliminar acerca do processo de criminalização e da teoria do etiquetamento, o artigo instaura uma discussão sobre o tema, apontando a necessidade de se entender o racismo institucionalizado no seio das polícias como fruto de perceptível predileção das agências do sistema penal por uma clientela buscada nas camadas mais estereotipadas da população. Ademais, o artigo comporta um referencial teórico pautado na mais moderna doutrina da do Direito Penal e da Criminologia, segue as diretrizes do método dedutivo e como técnica de coleta de dados, utiliza a pesquisa bibliográfica. É um artigo de revisão.

Author Biography

  • Felipe Augsto Fonseca Vianna

    Mestrando em Criminal Justice pela California Coast University. Especialista em Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP. Aperfeiçoamento em Legal English pela Washington University in St. Louis. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Amazonas – UFAM. Ex-Advogado. Agente Técnico-Jurídico do Ministério Público do Estado do Amazonas, lotado na 60ª Promotoria de Justiça Especializada no Controle Externo da Atividade Policial – PROCEAP. Professor das Escolas Atualizar Saúde e Protetiva Saúde.

Published

2016-02-12

Issue

Section

Ciências Penais