As implicações jurídico-constitucionais da tutela da intimidade e suas relações com a atividade investigatória do estado

Autores

  • Leonardo Bellini de Castro

Palavras-chave:

Intimidade, Sigilo, Criminalidade Organizada

Resumo

A intimidade, a despeito de qualificada como direito fundamental, deve ceder espaço a outros direitos fundamentais prima facie de maior relevo social, na forma estabelecida na Lei e na Constituição da República. Nesse sentido, devem ser criadas novas balizas jurisprudenciais que garantam uma interpretação sistemática da Constituição e a observância a compromissos internacionais assumidos pelo Brasil para um combate eficiente à criminalidade organizada.

Biografia do Autor

  • Leonardo Bellini de Castro
    Especialista em Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP. Promotor de Justiça/SP.

Downloads

Publicado

2014-01-16

Edição

Seção

Artigos