As implicações jurídico-constitucionais da tutela da intimidade e suas relações com a atividade investigatória do estado
Palavras-chave:
Intimidade, Sigilo, Criminalidade OrganizadaResumo
A intimidade, a despeito de qualificada como direito fundamental, deve ceder espaço a outros direitos fundamentais prima facie de maior relevo social, na forma estabelecida na Lei e na Constituição da República. Nesse sentido, devem ser criadas novas balizas jurisprudenciais que garantam uma interpretação sistemática da Constituição e a observância a compromissos internacionais assumidos pelo Brasil para um combate eficiente à criminalidade organizada.
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Publicado
2014-01-16
Edição
Seção
Artigos