COOPTAÇÃO DE AGENTES PÚBLICOS COMO FORMA EXTREMA DE CORRUPÇÃO. DESAFIOS E PERPECTIVAS.

Autores

  • Flávio Cardoso Pereira Escola Superior do Ministério Público do Estado de Goiás

Palavras-chave:

Dinheiro. Corrupção. Crime organizado. Cooptação de agentes.

Resumo

O dinheiro como moeda de circulação e aquisição de bens e serviços tem-se apresentado contemporaneamente como um instrumento de dominação, sendo que muitas das vezes se sobrepõe aos limites morais e éticos inerentes ao cidadão. A situação se agrava a partir do momento em que a delinquência organizada através do emprego da corrupção, se infiltra nas instituições governamentais. Agentes públicos passam a laborar de forma criminosa para grupos delitivos com o objetivo de gerar lucros e poder. Impera então o que se poderia denominar de “reconfiguração cooptada do Estado”.

Biografia do Autor

  • Flávio Cardoso Pereira, Escola Superior do Ministério Público do Estado de Goiás
    Possui graduação em Direito pela Universidade Federal de Uberlândia (1992). Possui Pós-doutorado pela Universidade de Coimbra-Portugal (2014). É Doutor em Direito pela Universidade de Salamanca/Espanha (2012). É Promotor de Justiça no Estado de Goiás desde 1994. Diretor da Escola Superior do Ministério Público do Estado de Goiás. Professor e conferencista nacional e internacional. Autor de obras jurídicas publicadas no Brasil, Argentina, Colômbia e Espanha. Nos últimos anos trabalha principalmente com os seguintes temas: combate a corrupção, investigação criminal, criminalidade organizada, infiltrações policiais e entregas controladas, equipes conjuntas de investigação criminal, lavagem de capitais, terrorismo, cooperação jurídica internacional no âmbito penal, Direito Penal e Processual Penal.

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Publicado

2019-05-13

Edição

Seção

Artigos