Diálogos entre subjetividades na construção da Justiça Restaurativa

Autores

  • Petronella Maria Boonen

Palavras-chave:

justiça restaurativa, diálogo, subjetividade, atribuição de significados, Hannah Arendt, reconciliação

Resumo

Este artigo aponta a necessidade de uma aplicação da Justiça Restaurativa para possibilitar aos envolvidos em crimes atribuir significado aos acontecimentos, através de encontros que permitem a expressão verbal sobre os fatos, a partir do papel próprio de cada envolvido. Ilustra esta necessidade através de citações da filosofa política Hannah Arendt e exemplos práticas de casos em diversos países em ambientes prisionais, judiciais e outros.  

Biografia do Autor

  • Petronella Maria Boonen

    Doutora e mestra em sociologia da educação pela Universidade de São Paulo/USP com tese sobre Justiça Restaurativa. Graduação em Ciências Sociais pela USP e especialização em mediação de conflitos pela PUC-SP. Co-fundadora da linha de Perdão e Justiça Restaurativa do Centro de Direitos Humanos e Educação Popular de Campo Limpo – São Paulo. Dá cursos e assessorias referente a conflitos, justiça restaurativa em diversos lugares dentro e fora do Brasil.

Downloads

Publicado

2015-05-28

Edição

Seção

Ciências Penais